Vento invento

E de que adiantaria,
Poder voltar atrás,se arrepender, em uma historia que só partia.
E de que eu riria,
Se não de meu erros, e poucos acertos, que em lágrimas guardadas apenas ria.

E sobre o que você dizia,
Dizer a verdade me soava como pornografia,
Guardava em guarda-chuva cada cor de cór,
Deixei o vento partir, seguir, ir a um lugar melhor.

Quanto vento invento,segundo em pensamento,
Cada vento em seu tempo,ajudando o certo momento.
O pôr do sol, que não dizia nada.
Ao mesmo tempo caia como granada.

Falar pouco pelo muito,ainda é muito,
Cada página,segue, livre, só pelo intuito.
Nenhuma verdade,simplesmente se escondia.
Sempre sabemos sobre o que o outro mentia.

Juliana Pimentel



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